“(…) Pode acontecer que alguém ame uma criança e, no entanto, fracasse porque essa criança não tem o sentimento de estar em casa. Acho que a questão consiste em que, se você constrói um lar para uma criança, você está lhe dando um pouco do mundo que ela pode compreender e em que pode acreditar, nos momentos em que o amor falha. Pois às vezes, necessariamente, o amor falha, pelo menos superficialmente. (…)” Winnicott (1987, p. 42)
Referências Bibliográficas: WINNICOTT, Donald W. Privação e delinquência. Tradução de Álvaro Cabral. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
