Depois de comer além do que eu havia planejado, aprendi que o mais importante não é a culpa, mas o retorno. Voltar à dieta não é um castigo pelo excesso, é um gesto de cuidado comigo. Meu corpo sente quando exagero: o peso, o cansaço, a digestão lenta, a mente menos clara. Retomar a alimentação equilibrada me ajuda a recuperar o ritmo, a leveza e o bem-estar que fazem diferença no meu dia a dia.
Eu entendo que sair da dieta acontece, faz parte da vida, dos encontros, das emoções e até das fases difíceis. O problema não está em comer mais em um momento, mas em transformar esse desvio em abandono. Quando retorno, reafirmo para mim mesma que constância é mais importante do que perfeição. Um episódio não define todo o percurso.
Voltar à dieta também é uma forma de respeito ao meu corpo. Ele precisa de nutrientes, de regularidade e de escolhas que sustentem minha saúde a longo prazo. Ao recomeçar, eu não apago o excesso, mas restabeleço o equilíbrio. E é nesse equilíbrio, gentil e possível, que eu sigo cuidando de mim.