divagações

seguindo em frente

Há momentos em que eu preferiria esperar, adiar, fingir que a dificuldade vai se resolver sozinha. No entanto, a vida raramente se move sem que eu também me mova. Quando encaro o que me assusta, descubro que não sou tão frágil quanto imaginei. O medo não desaparece, mas perde o poder de me paralisar. Ele passa a caminhar ao meu lado, não mais como um inimigo, mas como um aviso de que estou viva, consciente e atenta ao que está em jogo.

Enfrentar as adversidades me ensina que a coragem não é um estado permanente, e sim uma escolha repetida. Cada passo dado com receio, cada decisão tomada com insegurança, amplia um pouco mais o meu mundo. O que antes parecia impossível vai se tornando habitável. Eu aprendo a confiar em mim, não porque tudo dará certo, mas porque sei que posso lidar com o que vier.

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